domingo, 11 de dezembro de 2011

DE REPENTE - Análise de Letra de Música IV


De repente

Olhei, não via ela há muito tempo
Ah! quanto tempo faz? Nem me lembro mais
Então, pensei na vida que há algum tempo eu deixei pra trás
Não me deixa em paz, se não

Por quê?
Ainda aquele tempo dentro
Entra e sai
Volta, vem e vai, sem acabar

Mas tempo passou
O tempo passou!
E agora eu sei
O que eu passei cantei

Contei, estrelas mil no firmamento
Vão brilhar, depois apagar irão
Chorei as lágrimas correndo como nos cristais
Fogo dos vitrais pagãos

Não é solidão
Amar e desejar a vida que não deu as mãos
Mas vai dentro da gente
Como explosão no ar, como um furacão no mar
De repente você voltou assim

Eu preciso mais, eu preciso?
Eu preciso mais, eu preciso?
(Skank)

01) Retire, da primeira estrofe, um desvio gramatical, desfazendo-o e explicando:

02) Transcreva da canção um exemplo de antítese:

03) Existe algum exemplo de hipérbole na letra de música? Se sim, copie e explique seu raciocínio:

04) O poeta  usou  um  recurso  muito usado para dar melodia à poesia:  repetição de consoantes...  Onde podemos encontrar este recurso  (figura de linguagem)?  E que nome é dado a ele(a)?

05) Qual a relação entre o título e o corpo do texto?  Que outro título você daria a este texto?

06) “Amar e desejar a vida que não deu as mãos”. Em sua opinião, quando a vida não está nas mãos? Explique:

07) Destaque da canção todas as comparações, dizendo  de qual você mais gostou e por quê:

08) Indique quantos fonemas e quantas letras há em: TEMPO, PASSOU, CHOREI e BRILHAR:

09) Como o eu lírico se sente na música?

10) Por que no final do texto o eu lírico se questiona  se precisa de mais?

(Autores: Andreia Dequinha, Sandra Vitezi, Rosa Maria, Lourdes Galhardo, Maria Regina)

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