sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

ANÁLISE DE PROPAGANDA II



01) Que mensagem se pode extrair só de olhar a propaganda acima? Comente:
02) Você acha que a propaganda foi bem bolada? Por quê?
03) A OMS – Organização Mundial da Saúde – recomenda que a criança seja amamentada até os dois anos de idade. Entretanto, além de muitas mães não observarem essa recomendação, não se preocupam, também, em oferecer uma alimentação saudável à criança. Escreva um parágrafo, posicionando-se a esse respeito, aproveitando elementos da propaganda em estudo:
04) Que metáfora podemos perceber na imagem? Explique:
05) Qual o público-alvo desta propaganda?
06) Estabeleça uma relação entre o anúncio e os hábitos consumistas da sociedade:
07) Você acha saudável dar lanches do Mc Donald’s para crianças em estado de lactação? Por quê?
08) A mensagem dessa propaganda foi transmitida sem o auxílio de textos verbais. Isso prejudicou a compreensão da mensagem? Crie um texto verbal chamativo para complementar a imagem:
09) Qual o objetivo dessa propaganda? Ele foi alcançado? Que função da linguagem foi utilizada nela?
10) Que imagem representa o seio que o bebê mama nessa propaganda? O que você pensa a respeito disso?
11) O que demonstra a expressão facial da criança? O que o anunciante deseja com isso?
12) A Medicina já considera há tempos a obesidade uma doença. A propaganda em questão anuncia um produto que contribui para o aumento dessa doença em crianças e jovens. Leia com atenção a coletânea de textos a seguir e produza um texto dissertativo sobre o assunto:
Texto 02: Obesidade Infantil e na Adolescência

A obesidade não é mais apenas um problema estético, que incomoda por causa da “zoação” dos colegas. O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto.
Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.
As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros.
As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso.


Consumo demasiado de alimentos gordurosos
Como exemplo podemos citar os famosos sanduíches (hambúrguer, misto-quente, cheesburguer etc.) que as mamães adoram preparar para o lanche dos seus filhos, as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os verdadeiros vilãs da alimentação infantil, vindo de encontro ao pessoal da equipe de saúde que condenam estes alimentos expondo os perigos da má alimentação aos pais onde alguns ainda pensam que criança saudável é criança gorda. As crianças costumam também a imitar os pais em tudo que eles fazem, assim sendo se os pais tem hábitos alimentares errados, acaba induzindo seus filhos a se alimentarem do mesmo jeito.
(...)

Ivana Silva e Cássia Nunes

Texto 03:
Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha. Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias. Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado - a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência. Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar.
Texto 04



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